O que fazer em Montevidéu, a acolhedora capital do Uruguai – Voupranos

O que fazer em Montevidéu, a acolhedora capital do Uruguai

Adobe Stock: Montevideo, Uruguay, aerial view of downtown buildings and Plaza Independencia square. – R.M. Nunes

Montevidéu está a apenas duas horas de voo de São Paulo (SP) e pouco mais de uma hora de Porto Alegre (RS), mas atravessar a fronteira entre o Brasil e o Uruguai significa chegar a uma cidade tranquila e segura. Ali, há muito o que fazer, mas em um ritmo calmo, feito o de uma cidadezinha interiorana.

Afinal, todo dia parece domingo na capital uruguaia. As tardes são sossegadas à beira do Rio da Prata, tão parecido com o mar que é chamado assim pelos moradores. Não à toa, quem vai até lá encontra ondas, praias e uma orla de 22 km onde pulsa a alma da cidade, a Rambla (em espanhol um termo que significa “avenida principal”).

Pode ser plena segunda-feira ou qualquer outro dia da semana: os universitários deitam-se à beira do rio para ler um livro, os mais velhos sentam-se em cadeiras de praia para tomar um chimarrão, os grupos de amigos tocam violão, e, ao menor sinal de calor, a turma da academia ocupa a orla com seus shorts de corrida.

Esse clima faz de Montevidéu uma das cidades mais acolhedoras da América. A capital uruguaia é como aquele lar em que você chega e se sente tão à vontade que não quer mais ir embora. Especialmente por conta do bom papo em qualquer canto, da hospitalidade como a da casa da vovó e da comida boa e farta.

Pequena e tranquila

Para os forasteiros, é um barato entrar nessa atmosfera descontraída que invade as ruas e desfrutar da inegável qualidade de vida de que os uruguaios tanto gozam. Por isso, muitos montevideanos costumam andar sorrindo.

E há boas razões para isso, já que o país é um dos mais seguros e escolarizados do continente. E pensar que tudo ali já foi Brasil… Era a Província Cisplatina, que conquistou a independência em guerra contra o Brasil imperial, em 1825, e se tornou o Uruguai.

Também colabora para o alto-astral dos moradores o fato de Montevidéu ser uma capital pequena e tranquila: tem 1,3 milhão de habitantes. O trânsito flui bem, e o nível de estresse é baixo, compatível ao de poluição. Há muito verde em parques como o belíssimo Rodó, e sobram espaços ao ar livre ao longo de quase 20 km de praias.

Adobe Stock: Street view with typical historic buildings and buildings in the Ciudad Vieja neighborhood, Montevideo, Uruguay – Vanessa Volk

Ciudad Vieja

A depender da Rambla, Montevidéu tem um quê de Copacabana. E não é apenas pelo calçadão sempre repleto de gente, não. Os prédios na avenida da praia, colados entre si com suas fachadas em estilo art-déco, são tal qual os da orla fluminense.

A Rambla liga o bairro de Carrasco, cheio de mansões envidraçadas à beira-mar – detalhe: sem muros nem portões – com a Ciudad Vieja, área em que nasceu Montevidéu. E é por essa região que quase todo turista começa o tour pela capital.

A aglomeração ali se dá em torno do Mercado del Puerto. Trata-se de um antigo galpão construído na zona portuária em 1868 para fornecer frutas e legumes às famílias que erguiam suas mansões por lá. Hoje, converteu-se em point para saborear a macia e suculenta carne uruguaia, desejo de muitos viajantes.

Cada um dos restaurantes ostenta seu asador, um forno de pedra coberto por uma grelha onde são assadas carnes, batatas e outros vegetais. Tanta fartura à mostra faz bater a vontade de parar na primeira mesa.

A especialidade, quase sempre, é a parrilla, churrasco com os cortes típicos do Uruguai. O preparo inclui linguiças, morcillas (feitas com sangue de porco) e o asado de tira (costeletas). Para acompanhar, peça o medio y medio, a mistura de espumante doce com vinho branco seco. Assim está formado um tradicional almoço uruguaio.

Adobe Stock: Ciudad de Montevideo Uruguay. – Phillip

Cultura, diversão e arte

Do mercado, bastam alguns passos para cair na Calle Sarandí, calçadão que vai até a praça principal de Montevidéu, a Plaza Independencia. Os uruguaios souberam aproveitar a estátua do General Artigas (fundador da nação), ao centro, e criaram um belo mausoléu subterrâneo, com uma linha do tempo que conta os feitos do general a partir de textos escritos em letras gigantes nas paredes.

Na praça, quase não dá para reparar no portal de pedra, um dos poucos resquícios da época em que Montevidéu era uma cidade fortificada, lá no século 18.

A porta histórica fica pequena diante do Palácio Salvo, que apesar do nome nasceu para ser hotel, nunca foi usado como tal e, hoje, é um prédio símbolo da cidade, aberto para tours. Foi construído em 1917 para ser o edifício mais alto da América do Sul e, até hoje, se mantém como o mais alto da Ciudad Vieja.

De lá, são só três quadras até o imponente Teatro Solís, onde há um tour pelos bastidores, passando pela coxia e até pelo palco. Vale a pena conferir a programação de espetáculos quando estiver na cidade.

A cultura, aliás, é coisa séria em Montevidéu. No país com um dos melhores IDHs da América Latina, ler faz parte do dia a dia, e, por isso, a via que termina na praça, a Sarandí, é cheia de livrarias elegantes.

A Puro Verso é a mais famosa. Está em um prédio de 1917 e, mais que os livros, o que desperta visibilidade nas redes sociais é a deslumbrante escadaria de mármore.

Adobe Stock: Independence Square, Montevideo – Alberto Goytre

Adobe Stock: Artigas Mausoleum, in Plaza Independencia, Independence Square; Montevideo – Carolina Jaramillo – Edição de imagem Daniel Silva

Praias

A faixa de areia em Pocitos é a mais famosa e a mais movimentada de Montevidéu. O bairro foi projetado com ares exclusivos e, hoje, é o mais habitado da capital. Por isso, os uruguaios que querem faixa de areia vazia caminham até o trecho de Malvín, um pouco mais selvagem.

Os moradores endinheirados, por sua vez, têm seus apartamentos em Punta Carretas, o bairro dos prédios e da gente elegante. No entanto, nem sempre a região foi agradável assim. Era a vizinhança da Penitenciária de Punta Carretas, inaugurada em 1910 e que, desde 1992, foi transformada no mais belo shopping da cidade.

O arquiteto, Juan Carlos López (o mesmo que projetou a Galerías Pacífico, de Buenos Aires), manteve a fachada original, que lembra a de palácios em estilo neoclássico. Em 1971, durante a ditadura, ela foi cenário de uma fuga de 100 presos, entre eles o ex-presidente José Mujica, que governou o Uruguai de 2010 a 2015.

Adobe Stock: lengthy beach on the coast of montevideo uruguay – Zach, Edição Daniel Silva

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Publicado em: 02/02/2023
Atualizada em: 02/02/2023
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