O que fazer em San Andrés – Voupranos

O que fazer em San Andrés

Adobe Stock: ISLA SAN ANDRES – Macarena F

San Andrés é daqueles pontos minúsculos perdidos no meio do hipnotizante Mar do Caribe, repletos de coisas para fazer.

Os países mais próximos são a Nicarágua, a meros 191 km, e a Jamaica. Embora essas vizinhas sejam loucas para se tornar donas da ilha, é a Colômbia que tem esse presente valiosíssimo nas mãos. São 715 km entre esse pedacinho de terra e Cartagena, o que se traduz em 1h30 de voo direto.

Da população indígena que predomina na nação colombiana, em San Andrés não sobram nem traços. Os 75 mil habitantes são preponderantemente pessoas negras e têm traços mais parecidos com os dos jamaicanos. Fotos de Bob Marley enfeitam quiosques de praia pintados de verde, vermelho e amarelo, as cores cheias de significado para os rastafáris.

O espanhol, idioma oficial, muitas vezes nem é falado entre os habitantes. Na ilha colonizada pela Inglaterra, o inglês nativo – meio cantado e com sotaque africano – é a língua em que os nativos se comunicam entre si. Contudo, a herança cultural fica em segundo plano frente ao mar que envolve a ilha, o qual, garantem por lá, ostenta sete tons de azul.

Não importa quantos dias você fique em San Andrés: a cor da água nunca deixará de impressionar. E fará com que você volte ao Brasil com dezenas de fotos repetidas daquelas praias que estão entre as mais esplendorosas do Caribe.

Transporte

As minguadas medidas de San Andrés não combinam com a infinidade de atividades oferecidas na diminuta ilha e nos arredores. São apenas 13 km de comprimento por 3 km de largura, tamanho ínfimo que desperta nos viajantes um espírito de Robson Crusoé e a vontade de descobrir cada cantinho da ilha.

A maneira mais usual de explorar San Andrés é alugando um carrinho de golfe, lá chamado de mulita. Ele anda a uma velocidade média de 15 km/h, acelera e desacelera conforme a força e a direção do vento e mais parece um carrinho de bate-bate.

Tudo bem, porque numa estrada margeada por um marzão como o de San Andrés, correr é um desperdício. Mas, se ainda assim você quiser um pouco mais de velocidade, também pode alugar veículos 4×4 ou scooters.

Adobe Stock: In San Andrés auf La Palma – Heiko Zahn

Volta pela ilha

Na volta pela ilha, o grande barato é ficar de olho nas praias. Assim, quando bater vontade de pular no mar, não há problemas: basta estacionar o carrinho no acostamento, no lugar que der. Alguns pontos são hors concours, rendendo paradas inevitáveis.

O Eco Parque West View é um dos mais cheios, não por ter uma infraestrutura de primeira ou lounges com DJs, mas por mostrar que dá para se divertir muito com as coisas simples da vida.

Na área, um toboágua para escorregar direto no mar e um trampolim para fazer piruetas e cair na água é o que atrai a galera – e não esqueça de levar um snorkel para ver os cardumes que nadam sob seus pés.

Outra boa região para usá-lo é La Piscinita, que consegue ter ainda mais peixes.

Não deixe também de visitar o Hoyo Soplador. Trata-se de um buraco numa rocha em que a onda do mar entra e é jorrada para o alto, como um gêiser. Ficar parado ao lado de onde rola o fenômeno rende altas esguichadas no rosto e muitas risadas nos pequenos e marmanjos.

Agora, se a ideia é aproveitar a água sem ninguém por perto, vá ao Salto de Morgan. Trata-se de um canto escondido da ilha, que mesmo alguns moradores não costumam frequentar.

O negócio lá é se jogar de uma pedra de cinco metros de altura e cair na água, curtindo um trecho de mar tão vazio que parece reservado só para você.

Já “a” praia, daquelas para, enfim, deitar-se em uma espreguiçadeira e comer um bom peixe acompanhado de arroz de coco em frente ao mar, é Rocky Cay, em San Luis, no lado leste da ilha.

Se a maré estiver baixa, não se esqueça de levar uma sapatilha emborrachada e, de novo, o inseparável snorkel, para seguir a pé pelo mar até a ilha em frente a fim de observar corais e peixinhos.

Adobe Stock: Palm trees in one side of a road in San Andres – Fotos 593

Outros passeios

Cinco dias é o tempo mínimo para desfrutar das tantas benesses de San Andrés. É que, na realidade, a ilha é a maior de um arquipélago que inclui ainda Santa Catalina, a maravilhosa Providência (onde o bacana é ficar pelo menos uma noite) e diversas ilhotas divinas, visitadas em passeios de barco.

Um deles é o que combina a ilha Johnny Cay com a Acuario, onde basta pôr a cabeça na água com o indispensável snorkel para entender o porquê do nome. Seja a parcos metros de profundidade ou da superfície mesmo, a visão é como num mergulho no fundo do mar.

A região, aliás, é sonho de consumo dos mergulhadores, pois guarda a terceira maior barreira de corais do mundo e uma diversidade incrível de fauna marinha.

Outro tour inesquecível é o que leva a Cayo Bolivar. A ilha é como aquelas que parecem existir só em fundos de tela do computador, ostentando um mar de um azul claríssimo rodeado pela areia branquinha e coqueiros aos montes.

Se ainda restar energia depois de tanto bate-perna, na volta a San Andrés vale a pena encarar o Ecofiwi, programa ecológico em que o diferencial é o meio de transporte: um caiaque de acrílico, todo transparente, que você rema pelo mangue em direção ao mar. No tour é possível observar conchas, algas, águas-vivas e peixes.

Adobe Stock: Ilha de San Andrés – Braulio Couto

Adobe Stock: undewater landscape, San Andrés Island – Pipojackman

La Loma e centro

Simples e rústica, San Andrés não é lugar de ostentação. Por lá, não há mansões nem resorts gigantescos. A população vive com simplicidade, normalmente em pequenas e precárias casas cercadas de galinhas e de roupas a secar no varal.

O bairro em que esse modo de vida está por todos os lados é La Loma, que ocupa todo um morro, pontuado por uma igreja de onde é possível contemplar um panorama completo da ilha.

Também é possível sentir um pouco desse clima no centrinho, onde se concentram lanchonetes, papelarias empoeiradas e lojas de roupas populares, bem como lojas que vendem produtos importados sem impostos. O local é adornado pela Praia Spratt Bight, que, apesar de ser lotada, não perde em nada em beleza para as outras da ilha.

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Publicado em: 02/01/2023
Atualizada em: 02/01/2023
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